O problema
Toda empresa que trabalha com parceiros externos já passou por isso: um freelancer, um consultor ou uma pessoa do lado do cliente precisa participar de uma tarefa específica — não do projeto inteiro, não da empresa toda. Só daquele item.
A solução mais comum é errada por excesso: criar um usuário completo, dar acesso a tudo "por enquanto" e torcer para lembrar de tirar depois. Na prática, ninguém lembra.
Como funciona
No Tino, o convite acontece no nível do item, não da empresa. Alguém do time da Aurora está trabalhando numa entrega com a Nimbus (um parceiro externo) e convida diretamente a pessoa de contato — a Camila — para aquela tarefa específica.
A Camila recebe o convite, aceita, e a tarefa passa a aparecer no Tino dela, dentro de um espaço "Compartilhado". Ela não vê o resto do projeto da Aurora. Vê exatamente o que foi compartilhado, nada além disso.
Por que exige aceite
O convite não é automático — ele precisa ser aceito. Isso não é burocracia, é consentimento: a pessoa sabe exatamente com quem está compartilhando o quê, e fica registrado quem convidou quem e quando. Se um dia for preciso entender por que a Nimbus tinha acesso a uma tarefa da Aurora, a resposta está no próprio histórico do convite.
Uma pessoa, vários crachás
O ponto que sustenta todo esse desenho é simples de enunciar e fácil de esquecer: identidade é da pessoa, vínculo é de cada empresa.
A mesma Camila pode ser administradora dentro da Nimbus e, ao mesmo tempo, parceira convidada em um item da Aurora. É a mesma conta, o mesmo login — mas dois papéis completamente diferentes, cada um limitado ao seu contexto. Ela não "vira" outra pessoa ao trocar de empresa; ela troca de crachá.
O que muda no dia a dia
Para quem já usa o Tino, nada muda até o momento em que alguém de fora precisa entrar. Nesse instante, aparece a opção de convidar para o item, e o resto segue o fluxo normal: convite, aceite, acesso limitado, registro de quem trouxe quem.
Ninguém ganha uma conta nova para gerenciar, ninguém perde controle sobre o que foi ou não compartilhado. É colaboração entre empresas sem abrir a empresa inteira — e é assim que o Tino trata algo que, na maioria das ferramentas, ainda é resolvido com gambiarra.